Depoimentos

Lêda Dias

Nivaldo Dias

De:

Agradecer. Esta é a palavra e o sentimento que me move neste momento. Agradecer infinitamente por tudo que tem acontecido em minha vida.


Quando cheguei ao Grupo Espírita Mahatma Gandhi, atendendo ao convite de Joãozinho para cantar para as crianças no Natal de 2011, não percebia que a necessidade era minha, de fazer da minha vida, enfim, uma canção de amor. A espiritualidade trabalha sutilmente, em sua infinita misericórdia e sabedoria. É preciso que nós, crianças espirituais, ativemos em nossos corações e mentes o desejo de crescer, e mudar.

Durante a primeira palestra que assisti Lima proferir, não o compreendi. Não me refiro ao seu discurso, mas ao seu sentimento de amor. Duvidei ser possível alguém encarnado, tão próximo de nós, amar assim como ele ama. Não estava acostumada a sentir esse amor. Na verdade, carecia dele. Entrei em perturbação interiormente. Levei um choque energético, creio. Ao mesmo tempo em que desejava frequentar o Grupo, duvidava e me afastava.

Joãozinho havia dito, quando enviou o convite por minha irmã Marisa, que “ia cuidar do meu coração”. Pensei comigo mesma, “será que vou ter problemas cardíacos?”. Não entendia que já estava doente. Doente de presunção, orgulho, vaidade, baixa autoestima, incredulidade, insegurança e mágoa.


Por outro lado, havia uma corrente espiritual que me puxava e me incitava a não frequentar o Mahatma Gandhi. Esses recados contrários foram dados diretamente a mim, por fenômeno de incorporação, em outro local que eu frequentava.  Eu não entendia o motivo. Se podemos conhecer a árvore pelos frutos, no Mahatma Gandhi eu só ouvia falar de amor, e só via Lima doar-se, sem pedir nada em troca. Eu acreditava que, se algo fosse para o meu bem e crescimento espiritual, seria unanimidade entre aqueles que, de algum modo, me protegiam do lado de lá da vida. Mas é como Lima diz, “assim como os homens, são os espíritos”.

Num determinado dia, Joãozinho me disse, com aquele jeito de quem não está dizendo nada, mas dizendo exatamente o que precisamos ouvir: “você não faz nada. É preciso dar para receber”. O orgulho gritou dentro de mim. Como não faço nada? Eu sempre procurei ser “boa”! Também lembro das palavras de Psiquê, nos incitando ao autoconhecimento e reflexão. Tudo provocava uma explosão de inquietações. Marisa me emprestou um livro de Ramatís, que li com rapidez.

 

​​Mas ainda perturbada, depois de algumas semanas sem frequentar o MG, e sem ir ao outro local, um pequeno centro de culto aos orixás e à Jurema, senti que precisava me definir. Havia procurado mais de uma vez o espírito que me dizia para não vir, porém só havia feito uma consulta no MG. Resolvi procurar Joãozinho. Perguntei diretamente porquê recebia esses recados e ele respondeu que a entidade que falava comigo não conseguia nem vê-lo, e que as suas ações e objetivos focavam um plano mais terreno.

No ponto vista no que se refere ao meu relacionamento com meu companheiro, também estava em crise. Mas meu coração pedia ajuda nesse sentido e de alguma forma fui ajudada, por isso, eu sinto que já devia estar trabalhando há mais tempo. Enfim, decidi pelo meu aprendizado espiritual.

Comecei a frequentar assiduamente o MG, e cada vez mais me sentia fortalecida. Começava a compreender o amor de Lima, e iniciei a minha luta interior contra meus desequilíbrios e imperfeições. Sei que ainda preciso aprender a amar verdadeiramente, e perdoar. Mas já tenho muito a agradecer. Parece que minha vida “clareou”.


Por tudo isso, e tudo o que sei que acontecerá de bom em minha vida, porque Joãozinho já acenou essas bem-aventuranças, agradeço a todos os que fazem o MG, entre o mundo físico e o espiritual. Aos que me protegeram e protegem, ao meu anjo de guarda, aos meus guias. Peço ao divino Mestre fortalecer a minha fé, a determinação de me melhorar, e sabedoria para fazer minhas escolhas.

Lima, para você faço minhas as palavras do poeta:


  “Eu nem sonhava te amar desse jeito,
   Hoje nasceu novo sol no meu peito.
   Com sua ajuda tranquila e serena
   Vou aprendendo que amar vale a pena,
   Que essa amizade é tão gratificante,
   Que esse diálogo é muito importante”.

MUITO GRATA, SEMPRE!"

Lêda Dias

05/06/2012

Quando estávamos estudando no Evangelho, “A lei de amor”, falei que achava que a paixão era também amor; com a discordância da maioria dos irmãos presentes, procurei fugir do assunto pedindo para dar um depoimento: então disse que nós éramos privilegiados porque, dispúnhamos de um dedicado médium que, por está todos os dias da semana presente na Casa, permitia que os nossos mentores, incorporados nos brindassem com cura, consolação e esclarecimento.

Não cheguei nem a terminar e veio o Irmão Psiquê, que ratificou essa nossa faceta, diferente de outras casas espíritas; ele foi categórico quanto á minha opinião, colocada logo acima, condenando-a.

 

Depois, no estudo sobre acupuntura, eu afirmei que estava apaixonada pela figura do Mahatma Gandhi, pelo grupo espírita que acertadamente leva o seu nome e pelas suas bonitas trabalhadoras, no bom sentido, é claro! Caso eu não fizesse essa ressalva, as minhas orelhas ficariam vermelhas quando eu chegasse em casa.

É que lá, a marcação é cerrada e constante; Já implicaram até por que tenho o hábito de levantar para falar, (tinha), porque já programei o meu “computador” e não estou me levantando mais, repararam? E também porque continuo a frequentar a Fundação Espírita Adolph Fritz (FEAF), na Encruzilhada.

É que me considero um devedor, mais lá do que aqui, por enquanto.


E foi de lá que veio o conselho, num trabalho de desobsessão, de que eu deveria continuar assistindo as palestras das segundas-feiras e procurar outro centro para assisti-la aos sábados. Afirmava também, que eu tinha que resgatar, mas a temperatura da dor era eu quem dava e que deveria procurar outra casa espírita onde pudesse realizar atividades assistenciais para verificar a existência de pessoas com problemas e dores muito maiores que as minhas. Frequentei, por algum tempo a Casa de Amparo Espiritual, bem perto de onde moro, entreguei sopa, etc... e assisti as palestras às quartas-feiras (por que sábado?). Felizmente, vim dar com os costados aqui, onde a minha filha Marisa já trabalhava (só falta você levar a cama para lá).

Depois do ótimo seminário sobre psiquismo, juntando as pedras do quebra-cabeça, cheguei à conclusão de que existem duas palavras mágicas, as quais me ajudam na obrigação de evoluir: hábito e atenção.

Se lerem prestando atenção, a mensagem de Joanna de Angelis que eu, por intuição, peguei a mania de distribuir “A grande transição”, a palavra hábito é citada duas vezes.

Hábito – “A educação é o conjunto de hábitos adquiridos” – Pergunta 685, do livro dos Espíritos; Atenção – “Olhai, vigiai e orai, porque não sabeis quando chegará o tempo”- Jesus (Marcos, 13:33) , trecho desenvolvido por Emmanuel, no livro “Vinha de luz”, nº 87, psicografia de Chico.
Para não massacrar mais os amigos, um pequeno exemplo, triste, em que temos hábito versus atenção: um pai/mãe, todos os dias, passa costumeiramente na mesma sequência, por alguns locais, entre dois deles deixa o filho(a) na creche e vai trabalhar, mudando de costume (hábito), num determinado dia e, não tendo o devido cuidado (atenção), esquece o filho(a) no carro; no trabalho, quando se lembra e vai correndo ver o querido entezinho está morto...
Por ser muito útil, peço que releiam o cap. XII – perfeição Moral, do LE, na parte que trata das paixões, em particular a pergunta 907.

Perdoe-me o Irmão Psiquê e também o professor Lima, mas parece-me que estamos falando linguagem diferente: eles, o amor crístico; eu, o amor terra a terra.


Por fim, meu testemunho sobre o grande bem que a acupuntura, que venho fazendo com o Lima, prescrita pelo Dr. Fritz, desde o inicio do ano, se não me engano, está me fazendo; caso tenham prestado atenção na minha conduta e nos meus hábitos, eu nem precisaria dizê-lo; fiz acupuntura lá fora, cerca de três anos e o progresso que obtive foi pouco. Edméa, minha mulher, mesmo sofrendo do Mal de Alzheimer, está outra pessoa, benza-te Deus! Agradecendo as atenções e o carinho que eu e minhas filhas estamos recebendo, rogo a Jesus que nos abençoe a todos."


Nivaldo Dias – devedor da FEAF e do GEMG.
30/06/12

P.S.: – Ana Cristina ama o que faz = Ana Cristina é apaixonada pelo seu trabalho. Por falta de cuidado (atenção), caí na escada – foi pior do que a queda do avião, no Pará. Alguém amorteceu a queda, com certeza.

Nivaldo Dias
Lêda Dias

Nesse espaço você poderá conhecer algumas experiências vividas por integrantes do Grupo Espírita Mahatma Gandhi.​

 

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